Eles perguntam porque não aceito, porque não sigo a multidão, porque não acredito no que acreditam, porque não sigo o que seguem... Acho que és algo auto explicativo, mas algo que eu deveria talvez dizer novamente...
Humanos, desde os primórdios de sua existência lutaram pela sobrevivência e posteriormente a resistência de suas ideias e ideologias. Umas mais absurdas que outras. Eles ergueram monumentos em nome de deuses, reis, impérios e ideias. Eles apunhalaram seus irmãos em nome da nação. Traíram seus amigos por dinheiro. Deixaram para trás suas famílias por causa de suas crenças. Pisam uns aos outros por migalhas, enquanto dizem que o vão conseguir é fortuna e alegria eterna. A violência faz parte da natureza humana, sim, um apunhalar raivoso juntamente do sacrifício padrão matinal. E depois ainda tentando sobressaltar seu modo de vida dos demais e rebaixar a todos. Eles falam em justiça, mas rebaixam os seus semelhantes por razão nenhuma. Empunhamos sistemas injustos sobre nós e elegemos monstros. E ainda possuem a audácia de dizer que não se discute política e nem religião; Se mesmo leis, filosofia, sistemas e tudo mais se discutem, e então porque estes dois itens não se discutem? São apenas mais dois itens dentro de toda essa massa, independente do que pensam.
Devemos criticar sim! Devemos falar e levantar nossas revoltas para além das palavras!
Eles perguntam porque não aceito... E porque eu deveria aceitar?
quarta-feira, 3 de abril de 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Feliz Dia Internacional da Mulher...
Sabe porque 'celebramos' o dia internacional da mulher?
"Em 1857, 129 tecelãs de Nova Iorque foram mortas carbonizadas dentro da fábrica onde trabalhavam porque organizaram uma greve por melhores condições de trabalho e contra a jornada de doze horas.
No dia 08 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas e atearam fogo, matando as 129 operárias carbonizadas dentro de uma tecelagem
A manifestação das operárias chamou a atenção na época por ser a primeira greve organizada exclusivamente por mulheres e pela tragédia do desfecho. Violentamente reprimidas pela polícia, as tecelãs refugiaram-se dentro da fábrica e no dia 8 de março de 1857, os patrões e a polícia trancaram as portas e atearam fogo, matando as 129 operárias carbonizadas."
Antes fosse pelas conquistas nos direitos humanos, mas ao lado disso em extrema grandeza uma data que deveria incitar mais o luto do que qualquer comemoração boba. Agradecemos a aquelas que tentaram de tudo pelos direitos próprios e de todos; mesmo pelas mortes trágicas.
E assim, és um luto com rosas...
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
O Queijo e o Muffin
Um pequeno e curto conto inspirado na sugestão dada por um amigo.
O Queijo e o Muffin
No antigo império da escuridão, reinavam os muffins e
tortas de chocolate mágicas. A escuridão rondava por todos os cantos, mas
sempre havia um doce para acalmar. Seria animador, se não fosse pelo fato de
que a maior taxa de mortes era provocada pelo excesso de doces. O nervosismo
espreitava por todos os cantos, assim como a morte.
Mas um certo alguém, andarilho vindo das profundezas da
nova e suja metrópole, prometeu trazer a luz de volta para aquela região.
Armado de uma grande tigela, uma grande colher com cerca de dois metros de
comprimento e uma mochila cheia de ingredientes mal lavados. Ele prometeu a
luz, e assim ele lutou.
Por quarenta dias e quarenta noites ele trabalhou, se
esforçando ao máximo para não esgotar a sua beleza. Sua colher mexeu mais rápido
do que o próprio tempo em si, arrebentando as fronteiras das dimensões
alternativas e trazendo peças, ingredientes extraordinários para a existência do
reino da escuridão. E ele trouxe a luz através da nova obra prima que
produziste. Irradiava uma luz ofuscante e tão intensa. Afastou a escuridão
daquele império e equilibrou a alimentação da população.
E para sempre ele foi lembrado como o herói que
apresentou ao mundo o Pão de Queijo.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Mais pensamentos...
Estive eu apenas sonhando por tanto tempo? Passando a maior parte do tempo meio confuso, pensando que está aprendendo. Quando eu finalmente acordo, percebo que... Todo aquele caos, todas aquelas alegrias... Tudo aquilo era real, mas não é o que realmente parece. Havia sempre algo obscuro por trás dos bons momentos e algo brilhante nos ruins.
Eu olho para trás e sinto vergonha de mim mesmo, não como um ser social por questões morais ou qualquer objeção social enquadrada, mas por mim mesmo como ser. Ninguém gosta de se sentir um tolo, mas as vezes acontece. Não no sentido de tolo na frente de outros ou por uma razão social, mas para mim mesmo.
Como pude eu não ter visto isso antes? Porque deixei isso acontecer? Porque estou dando as costas para essa minha falha e fingindo que nada aconteceu. E de fato, sou humano, como qualquer outro. Por eu não acreditar na existência de um deus, não significa que sou um ser esclarecido comigo mesmo. Até porque, religião e política nada tem a ver com o "Entender a si mesmo" ou "Ser o melhor de você mesmo". E eu realmente tento fazer estes dois últimos, e também gosto debater sobre os dois anteriores, apesar de não possuir um vasto conhecimento sobre a política.
E nós seguimos em frente, pensando o que pode acontecer em seguida, e pensando também, obviamente, no que aconteceu. Nossos livros internos parecem nunca acabar. Desde o momento em que nascemos até a morte... Parece uma eternidade! Mas enfim, este acaba depois que morremos, sobrando nada além de cinzas, paz e a eterna inexistência. Bem... Este seria o pensamento para aqueles que procuram uma resposta mais lógica e não religiosa.
E tenha em conta, nossos "livros internos" são mais extensos do pode-se imaginar. Mais do uma auto-biografia bem detalhada, esta conteria cada ação, cada pensamento e cada desejo que já sentiu em todos os momentos de sua vida, mesmo os menos interessantes até os mais intensos. E dividimos esse livro interno em partes pouco a pouco com outras pessoas. Deixamos marcas nelas, e elas em nós. Estes livros são as nossas imagens, nossos desejos mais obscuros; somos nós, em corpo e mente e cabe a nós executar o próximo capítulo, afinal de contas, somos livres, não somos? Não somos?
...
Eu olho para trás e sinto vergonha de mim mesmo, não como um ser social por questões morais ou qualquer objeção social enquadrada, mas por mim mesmo como ser. Ninguém gosta de se sentir um tolo, mas as vezes acontece. Não no sentido de tolo na frente de outros ou por uma razão social, mas para mim mesmo.
Como pude eu não ter visto isso antes? Porque deixei isso acontecer? Porque estou dando as costas para essa minha falha e fingindo que nada aconteceu. E de fato, sou humano, como qualquer outro. Por eu não acreditar na existência de um deus, não significa que sou um ser esclarecido comigo mesmo. Até porque, religião e política nada tem a ver com o "Entender a si mesmo" ou "Ser o melhor de você mesmo". E eu realmente tento fazer estes dois últimos, e também gosto debater sobre os dois anteriores, apesar de não possuir um vasto conhecimento sobre a política.
E nós seguimos em frente, pensando o que pode acontecer em seguida, e pensando também, obviamente, no que aconteceu. Nossos livros internos parecem nunca acabar. Desde o momento em que nascemos até a morte... Parece uma eternidade! Mas enfim, este acaba depois que morremos, sobrando nada além de cinzas, paz e a eterna inexistência. Bem... Este seria o pensamento para aqueles que procuram uma resposta mais lógica e não religiosa.
E tenha em conta, nossos "livros internos" são mais extensos do pode-se imaginar. Mais do uma auto-biografia bem detalhada, esta conteria cada ação, cada pensamento e cada desejo que já sentiu em todos os momentos de sua vida, mesmo os menos interessantes até os mais intensos. E dividimos esse livro interno em partes pouco a pouco com outras pessoas. Deixamos marcas nelas, e elas em nós. Estes livros são as nossas imagens, nossos desejos mais obscuros; somos nós, em corpo e mente e cabe a nós executar o próximo capítulo, afinal de contas, somos livres, não somos? Não somos?
...
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Animais pensantes...
Verificando alguns sites como de costume, avistei uma simples pergunta de um jovem um tanto indeciso quanto a questões básicas racionais sobre tal assunto. Seria algo mais relacionado ao porque de certos gostos pessoais por determinadas coisas e assim em diante. De qualquer forma, decidi fazer um simples comentário rápido que realizei em resposta quanto a minha opinião:
"Somos animais dotados de uma certa inteligencia. Sendo assim, somos seres de gostos adquiridos, pois procuramos por algo para alimentar nossos egos. E nossos egos são alimentados das mais diversas formas: Sejam estas carnais, intelectuais, sentimentais e talvez até mesmo mais profundo do que isto. Alguns de nós até estão dispostos a sacrificar o bem próprio ou servir/estimular outra pessoa, sendo que isso alimenta não então no caso a outra pessoa no caso, mas profundamente a si mesmo. E podemos ver isto de diversas formas: Religião, ciência, filosofia, arte, prazer e tudo mais da qual nos ajuda a atingir o tal objetivo central, que apesar de aparentar tão imoral ou sujo, é o que é e moves o mundo.
Sendo assim, cada um de nós desenvolve certa "afinidade" por tal coisa, no caso: As músicas e chamados modismos... Hell, até mesmo jogos se você parar bem para analisar. E este anseio por completar o que tanto queres podes lhe levar a qualquer coisa, ou seja, de certa forma já explica-se assim o chamados "Haters" e cada caso. E por isso mesmo devemos nos responsabilizar por cada ato nosso; pensar antes para sentir depois."
"Somos animais dotados de uma certa inteligencia. Sendo assim, somos seres de gostos adquiridos, pois procuramos por algo para alimentar nossos egos. E nossos egos são alimentados das mais diversas formas: Sejam estas carnais, intelectuais, sentimentais e talvez até mesmo mais profundo do que isto. Alguns de nós até estão dispostos a sacrificar o bem próprio ou servir/estimular outra pessoa, sendo que isso alimenta não então no caso a outra pessoa no caso, mas profundamente a si mesmo. E podemos ver isto de diversas formas: Religião, ciência, filosofia, arte, prazer e tudo mais da qual nos ajuda a atingir o tal objetivo central, que apesar de aparentar tão imoral ou sujo, é o que é e moves o mundo.
Sendo assim, cada um de nós desenvolve certa "afinidade" por tal coisa, no caso: As músicas e chamados modismos... Hell, até mesmo jogos se você parar bem para analisar. E este anseio por completar o que tanto queres podes lhe levar a qualquer coisa, ou seja, de certa forma já explica-se assim o chamados "Haters" e cada caso. E por isso mesmo devemos nos responsabilizar por cada ato nosso; pensar antes para sentir depois."
sábado, 13 de outubro de 2012
Coração de Carbono
Coração de Carbono
Então eu vejo este coração de carvão, aguardando por uma misera faísca.
Há apenas cinzas ao teu redor e a negra fumaça escorre desde os pulmões até as narinas.
Um estalar, dois estalares. Nada de faíscas. As chamas anseiam por seu surgimento.
Mas o tempo passa e o coração não se encendia.
Enquanto que o sangue se torna carbono, as costelas comprimem o coração.
Esta pedra fria anseia por seu fim, mas as chamas não vem
Um estalar, dois estalares
As faíscas não surgem e o fim se torna cada vez mais longínquo
E a pressão aumenta, até que esta rocha de carvão acabas se transformando
Antes que percebas, as chamas chegam, mas o carvão já se foi.
No lugar do coração de carvão restas apenas um coração cinza de diamantes
Não brilhas, mas irá durar por toda a eternidade
Quer queira ou não.
Por Raphael Horen
Então eu vejo este coração de carvão, aguardando por uma misera faísca.
Há apenas cinzas ao teu redor e a negra fumaça escorre desde os pulmões até as narinas.
Um estalar, dois estalares. Nada de faíscas. As chamas anseiam por seu surgimento.
Mas o tempo passa e o coração não se encendia.
Enquanto que o sangue se torna carbono, as costelas comprimem o coração.
Esta pedra fria anseia por seu fim, mas as chamas não vem
Um estalar, dois estalares
As faíscas não surgem e o fim se torna cada vez mais longínquo
E a pressão aumenta, até que esta rocha de carvão acabas se transformando
Antes que percebas, as chamas chegam, mas o carvão já se foi.
No lugar do coração de carvão restas apenas um coração cinza de diamantes
Não brilhas, mas irá durar por toda a eternidade
Quer queira ou não.
Por Raphael Horen
domingo, 2 de setembro de 2012
Por tantas vezes...
"Por vezes que vos tenham dito: Não recue!
Mas que diante da negação, estes que o tenham dito tenham
se encolhido nas entranhas dos próprios corpos enquanto choves lágrimas de seus
tristes olhos. A vergonha nem vos passa pela mente, mas que ao perceberem
posteriormente preferem sentir a força das cordas em seus pescoços ou as marcas
de facas e balas. Preferem sentir a dor física a acordar e perceber que possuis
uma mente deturpada constantemente estraçalhada por aqueles que vos controlam
sem sequer notar ou com constante ignorar.
Por vezes me disseram: É apenas um sonho!
Mas que por milhões de vezes eu nunca sequer estive perto
de sonhar com tais fatos. Fatos que com um pensar básico poderia se avistar que
tudo o que tanto pensei poderias ter sido ou ainda ser possível. Tudo o que
dizem apenas por terem dado as costas para os seus sonhos mais queridos e
sensatos, destroçados pelas forças da realidade dos ignorantes que espalham sua
filosofia estúpida de ignorância, arrependimento e ira.
Por vezes que me humilharam...
Que um dia quem irá realmente rir será este eu. Pois em
teus berços a morrer, enquanto os ossos racham-se, a língua seca dentro de sua
boca, seus olhos se embaçam e escurecem. A humilhação verdadeira serás estar a
se sentir tão frágil no leito de morte, enquanto que teus inimigos riem de você
e vêem que o tempo se encarregou de vingar-vos.
E que por bilhões de vezes o mal tenha sido praticado sem
consequências. A vingança veio centenas de vezes, mas de formas desprezíveis e
igualmente tolas." - Do conto "O Treino das Almas Perdidas", Capítulo 2; prévia.
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